Que possibilidades a Internet pode oferecer?
Atualmente percebemos cada vez mais forte neste meio chamado Internet, que não há um “dono” e sim vários “donos” – como a imagem acima – uma das preferidas de Marcelo Tripoli – CEO da Agência Digital ithink (quem eu sou uma admiradora convicta) , pois agora quem define o que ver, ler, conhecer, falar sobre é o consumidor, é a pessoa que está do outro lado do computador .
Porém ao mesmo tempo que a Internet possibilita a esses “donos” essas oportunidades e descobertas, possibilita também a multiplicação negativa das mesmas, o que eu tenho descrito ultimamente de banalização.
Isso é bastante perceptivel nas redes sociais onde com a multiplicação de oportunidades, de usuários, de informações, possibilitou esta banalização, onde fatos, aspectos relevantes e irrelevantes em geral são abordados com a mesma importância e significância (existe essa palavra?).
Vamos dar um exemplo:

O Twitter. Desde o inicio deste ano percebemos um boom de acesso nesta ferramenta que possibilita inúmeras formas de se comunicar, de se apresentar e de se atualizar em redes sociais.
O problema é que ultimamente há uma certa discrepância na forma que esta rede social está sendo utilizada. Ao contrário de buscar pessoas com afinidades de idéias e conteúdos, há pessoas que querem é angariar novos seguidores (como são chamados no twitter) pura e simplesmente para ter um numero significativo apresentado no seu perfil de Twitter e o pior fazem isso uma propaganda exacerbada da mesma.
Temos um caso de algum tempo atrás que exemplifica bem isso: Ashton Kutcher – marido da atriz americana Demi Moore – fez campanha para ter mais seguidores que a CNN, mais especificamente ver quem chegaria a 1 milhão de seguidores primeiro. Apesar de ter um certo cunho social nesta campanha , o foco definitivamente não foi esse.

Logo em seguida tivemos os casos onde o foco era a quantidade de seguidores, como a divulgação de meios fradulentos (scripts) para isto acontecer – também chamado de Mano Menezes script (via @crisdias) , que foi o caso mais recente, onde por conta de um desses scripts, em menos de 24h, o perfil do técnico do Corinthians passou o @marcelotas em seguidores (apesar de ter sido neste caso, vitima no twitter, onde alguma pessoa segundo o @crisdias incorporou este script no twitter dele, para de alguma forma prejudicá-lo). Ou seja, tornou-se “moda” ter cada vez mais e mais seguidores, com o intuito de por isso ser mais “reconhecido”.
Porém, é importante ressaltar que este reconhecimento é algo vago e irrelevante, pois não é algo trazido nem pelo que a pessoa é nem pelo que a pessoa faz, e sim por números. Sabe aquele esquema de 15 minutos de fama – que tem na Tv até hoje – pois é, isso foi passado também pela internet.
Por ser um assunto que acredito ser de relevante discussão, e que tem muito mais para se acrescentar a respeito, sugerimos alguns links de sites sobre o assunto:
Nerdcast sobre o Twitter com @cardoso, @cmerigo, @crisdias (Perfeito!) ,
o Brainscast tv sobre Comunidades online e redes sociais
A discussão sobre este assunto na comunidade do Prosa Interativa no Gengibre
e também na discussão realizada no meu blog pessoal focado no 1° exemplo – Ashton Krusher – Post 1, Post 2, Post 3
Enquanto isso, seja livre para discutir este assunto. Todos os comentários serão bem vindos.
Beijos e afagos









