[Prosa in Events] Para fazer as pessoas curtirem seu Facebook sem banalização de conteúdo

14/11/2012

Na última semana tivemos um evento só para falar sobre Facebook. Mas antes que pensem que foi um desfile de famosidades, memes mais famosos ou coisa do tipo, o foco do “Curtindo Facebook” foi o bom e velho business. Afinal as marcas não precisam mais estar nas redes apenas dizer que tem uma fanpage.

Hoje elas precisam, de fato, mostrar a que vieram: criar um relacionamento e engajamento com seus públicos, de forma diferenciada, atrelando o que a marca quer comunicar com aquilo que o público busca (que tem sido de uma exigência progressiva por bons conteúdos e relações). E isso vai além do “se gostou curte, se amou, compartilha”, ou algo do tipo.

Pela programação do link acima, já se tem uma noção que o assunto abordou todas as esferas e tipos de relacionamento, objetivos e também as evoluções que a rede social teve no último ano. Até a parte jurídica foi abordada, algo que muitos esquecem, mas depois do “Apocalipse das Páginas“, começaram a se atentar seriamente para isso (vale suuper a leitura dos slides da blogueira e advogada Flávia Penido).

Tanto os palestrantes nacionais como o CEO do SocialBakers (que apresentou dados atualizadíssimos do mercado brazuca na rede social) Jan Rezab foram unânimes em afirmar algo que Marcelo Vitorino resumiu numa equação básica:

 

Sim meus caros, para se ter um engajamento digno com seu público, o bom e velho conteúdo de qualidade, deve ser O foco de todo o seu planejamento, execução da sua página. E colocamos isso em destaque no post para que você não esqueça MAIS.
Afinal, um conteúdo que consiga atrelar o DNA da sua marca com o perfil do seu público, que agregue informação, entretenimento (dependendo do caso), faz TODA diferença.

Para terminar, a entrega do Socially Devoted, onde a SocialBakers mostrou os melhores do país em atendimento e engajamento (fica a dica para se inspirar). Os vencedores  foram:

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Olimpíadas 2012: A gente se vê nas mídias sociais

01/08/2012

Com o Boom crescente, intenso e constante das redes sociais entre pessoas e marcas, era natural imaginarmos que para as Olimpíadas de Londres, não poderia ser diferente.

Enquanto das Olimpíadas de 2008, o boom era de usuários e suas tentativas de ser o formador de opinião/ informação (nem que seja em 140 caracteres), este ano as análises feitas focaram nas marcas, em especial, aquelas que patrocinam o evento, para avaliar como elas utilizam este diferencial a seu favor.

Uma das mais conhecidas formas de  representar isso são os famosos infográficos, como este da PappasGroup:

Infográfico das mídias sociais e as Olimpíadas 2012

Assim como percebemos nos veículos que compraram o direito de transmissão dos Jogos, ainda há uma dualidade entre ser exclusivo (marcas e veículos) e o ser inclusivo (mídias sociais). Enquanto um lado tenta de todas as formas buscar e proporcionar exclusividade de conteúdo das Olimpíadas, as mídias sociais, atuam em rede e buscam compartilhar e distribuir estes mesmo conteúdos para todos, incluindo-os.

É a famosa discussão entre o pago x free, o controledescontrole de conteúdo, informações que aos poucos vai ajustando as novas relações de mercado e de comunicação.

Aguardemos as cenas dos próximos capítulos em 2016, no Brasil. Palpites?

 

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A evolução da comunicação e o engajamento social

23/08/2011

Quando recebemos links ou encontramos na web vídeos que conseguem em poucos minutos, retratar temas importantes e tão relevantes atualmente como o caso do Comportamento das Pessoas, Engajamento Social e afins.

Foi o que aconteceu neste vídeo que, com uma historinha prática e simples, explica como as pessoas se interessam, se envolvem e compartilham assuntos, opiniões, coisas, desde os primórdios até hoje (em inglês, mas fácil compreensão):

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Viralização x vendas

09/08/2011

Nas últimas semanas foi lançada uma campanha da Nissan criada pela Lew´Lara\TBWA chamada A Maldição do Pônei. Em poucas horas, a campanha viralizou nas redes sociais, com mais de 8 milhões de acessos no Youtube, Trending Topics do twitter, além de uma reclamação formal de 30 consumidores no Conar – que regulamenta a propaganda no Brasil. Se caso você ainda não viu a campanha, veja abaixo:

Obviamente que esta campanha virou assunto de várias conversas nas redes sociais e fora dela também. Será que, de fato, houve um resultado positivo nas vendas do Frontier da Nissan depois da campanha, que é toda contextualizada na potência dos carros da concorrência? As pessoas sabem que é para falar deste carro da Nissan e ainda, vão até a concessionária para comprar o “carro que não tem pôneis malditos”?

Ou o que acontece é justamente o contrário: pessoas, crianças pedindo para os pais comprarem (ou conhecerem) os carros dos pôneis – jogando o interesse justamente para quem não devia, a concorrência! Claro que este não é um caso isolado, mas a pergunta que não quer calar é:
Até que ponto as campanhas brasileiras voltadas para a viralização ou pelo menos voltadas para as redes sociais, realmente vendem – que é todo objetivo de uma campanha publicitária?

Instigamos nossa publicidade tupiniquim a criar ações divertidas, inteligentes, criativas, mas que gerem vendas para seus clientes, como aconteceu no Mc Donald´s da Suécia, que instalou uma grande tv na fachada da sua loja e através de um aplicativo no celular, os clientes jogam um contra os outros e o vencedor ganha um cupom para ser utilizado na loja (tem que mostrar para a garçonete pelo celular que foi o ganhador da rodada, gerando consumo instantâneo na lanchonete), vejam:

P.s: Agradecimento ao Luciano Palma pelas conversas e inspirações para este post.

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O movimento digital e participativo de Marina Silva

23/07/2011

Alô você que está assustado com a morte repentina de Amy Winehouse. Lamentamos a morte, porém não viemos falar disso.


Tudo bem que política não é um assunto fácil de ser discutido e nem é a nossa pretensão fazer isso, mas o que nos faz escrever sobre a Marina Silva agora nada mais é que o seu senso de participação, engajamento e colaboração entre as pessoas para criar o seu novo movimento/partido (ou nome que isso pode virar). Segundo a própria ex-senadora , ela não planeja lançar um novo partido, em partes porque já há partidos demais no País, em partes porque acredita que o atual sistema partidário brasileiro não funciona mais.

 

Pois bem, depois de uma campanha presidencial sem precedentes no Brasil, espelhada em muito no engajamento articulado pela campanha de Barack Obama, Marina Silva inova mais uma vez e anuncia que o nome de seu novo “movimento” será escolhido pelos internautas!

 

“Com as redes sociais, podemos levar adiante a ideia de uma organização com estrutura horizontalizada, substituindo as estruturas verticais dos atuais partidos” diz Maurício Brusadin, articulador do novo “movimento” em SP. Sem dúvida, as redes sociais e a mobilização de ações e movimentos que elas tem proporcionado mostram que os usuários destes meios, muito mais que gerações, são pessoas que defendem aquilo que acreditam e que tem se tornados cada vez mais ativos nestas mobilizações. A famosa Revolução do Sofá, de pessoas “defensoras” das campanhas sociais ou não de forma apenas digital não tem sido uma realidade presente nos últimos anos.

 

Pouco se sabe sobre como será o novo partido/movimento, mas Marina já fez questão de enfatizar em seu blog que a “dimensão participativa direta” é “imprescindível”. Outro dado interessante é que nas eleições municipais de 2013 o movimento deverá apoiar candidatos cujas propostas se alinhem com as propostas ecológicas e sustentáveis, independente de partido.

O lançamento oficial, já com o nome escolhido, deverá ocorrer entre setembro e outubro. Para os interessados em política e/ou que querem participar de um movimento nestes formatos e – óbvio – concorda com os valores e diretrizes da ex-senadora, aí pode estar uma boa chance (acessem o blog dela e veja mais detalhes).

 

OBS.: Este blog é Apartidário e NÃO pretende julgar movimentos sociais, religiosos, políticos nos seus posts. Por isso, comentários agressivos e ofensivos nestes contextos – como em TODOS os outros – serão deletados.

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