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Textos com Etiquetas ‘Mercado’

O intercâmbio profissional ainda vale a pena?

1, fevereiro, 2010

Olá pessoal.

Estamos no ínicio do ano e como sempre, temos várias dúvidas que rondam a nossa cabeça para tentar fazer um 2010 diferente. Entre elas, temos também as dúvidas que são referntes a sonhos, idealizações, mudanças, como é o caso de trabalhar fora do país.

Há algum tempo, este era um dos grandes diferenciais dos executivos, diretores, mas agora com a ampliação de possibilidades e oportunidades, isso ficou muito mais fácil para todo o tipo de profissional e dos mais diversos cargos, como podemos ver nesta matéria do Jornal da Globo de 2008:

Assim, fica a dúvida: Será que ainda vale a pena buscar emprego fora do país?

Segundo Sofia Estevez, presidente do grupo DMRH se esta oportunidade for atrelada com uma estratégia profissional, onde a pessoa sabe exatamente quais os objetivos que pretende alcançar com esta mudança, vale sim a pena.Obviamente que existem outros fatores que contribui em geral para a carreira, como a vivência de uma nova cultura de país e de empresa, a melhora na fluência de idiomas, porém, se o profisisonal vai apenas para constar em seu currículo esta experiência, mas não sabe ao certo porque ela foi (e será) importante para o plano de carreira, ela pode se tornar uma experiência fracassada.

Trabalho no exterior: grandes oportunidades no mundo

Trabalho no exterior: grandes oportunidades no mundo

Por isso, é essencial traçar um plano especifico para esta mudança e relacioná-lo ao seu plano de carreira.Dessa forma, você saberá exatamente que passos dar para, por exemplo, quando voltar ao Brasil conseguir tornar realidade aquele sonho do próprio negócio ou ainda de trabalhar naquela empresa que você tanto admira e que será tão importante para a sua vida profissional.

Vale ressaltar que dependendo do tempo de permanência no exterior, é muito provável que seja necessário rever seus planos, afinal uma idéia que era válida na época em que se saiu pode não ser mais uma opção viável atualmente. Por isso é muito importante não tomar nenhuma decisão por impulso, na emoção, tenha foco em relação ao seu objetivo. É ele que vai dizer quando e qual melhor momento de dar este grande passo.

Abraços e afagos

Carreira, Prosa Profissional , , , , , , ,

Os Mandamentos para agências digitais by André Matarazzo

12, janeiro, 2010

Olá pessoal.

Vocês já tiveram a sensação de ver um programa, ler um livro, ter notícias bacanas sobre um profissional e a sua empresa e pensar “Caramba, como eu queria conhecer isso tudo“, ou ainda “Como será que ele e a empresa virou tudo isso?“. Pois bem, é assim que o pessoal do Blog e muita gente do mundo da comunicação digital sente quando ouve falar da Gringo, uma das agências digitais mais admiradas do Brasil.

Desde que o pessoal do Enxame.tv teve a grande sacada de reunir os feras da comunicação digital no programa 3,8, perder cada novo “episódio” é considerado uma falta gravíssima. Afinal não é todo dia que temos Ricardo Figueira (Isobar), Sergio Mugnaini (Almap BBDO) e André Matarazzo (Gringo) reunidos, conversando sobre este tema que tanto adoramos.

Então, o que dizer de ter a valiosa oportunidade de saber “os 47 mandamentos da Gringo“? Não precisa dizer nada, é só ver, ler, reler, assimilar, decorar e USAR o material que está aí:

Abraços e afagos

Comunicação , , , , , ,

Procurando emprego com privacidade

4, janeiro, 2010

Olá pessoal.

Quando estamos construindo uma carreira,sempre aparecem desafios e oportunidades que muitas vezes não planejamos. Pode ser uma possibilidade de promoção, mudança de área dentro da empresa, ou ainda propostas diversas do mercado, mostrando a quantas anda a nossa “empregabilidade”.

E mesmo quando estamos “realizados” dentro do nosso emprego atual, surge aquela curiosidade sobre maiores detalhes desses desafios, o que é natural.

Mas vem a pergunta: Como obter mais informações e, eventualmente, participar de um processo seletivo sem colocar em risco o emprego atual?

Tanto em processos seletivos normais como em recrutamentos internos, a questão principal para responder esta pergunta é o grau de privacidade desses processos. Afinal quando nos cadastramos em processos online enquanto o nome do contratante pode se apresentar como confidencial, o teu curriculo e enviado por completo para os responsáveis da seleção, podendo cair em mãos de alguém conhecido, ou ainda de alguém dentro da própria empresa (caso a empresa procure confidencialmente por novos profissionais). Já nos casos internos, se não tivermos uma relação de cumplicidade com os superiores, seu interesse por outra vaga pode parecer insatisfação no cargo atual, criando um mal estar desnecessário na empresa.

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Uma das soluções criadas para este tipo de problema é utilizar do mesmo processo que se utiliza em hunting, quando se procura executivos a partir da média gerência até presidentes (CEO). neste caso o sigilo é absoluto, afinal o foco está nos melhores profissionais (que muitas vezes já estão empregados).

O que é preciso é disseminar estes novo tipo de processo, pois assim une a agilidade dos processos onlines com a qualidade e privacidade existentes nos huntings, proporcionando ganhos tanto para o profissional como para a empresa.

Abraços e afagos

Emprego, Prosa Profissional , , , , , , ,

Franquias internacionais de olho no Brasil.

14, dezembro, 2009

Olá pessoal tudo bem?

Já era previsto que, com uma economia estabilizada, suportando bravamente a crise financeira mundial, com um presidente que é popular e bem visto mundo a fora, e com os principais jogos esportivos da próxima decada sendo sediados no Brasil, nosso país seria também alvo de investidores e empreendedores internacionais que querem estar com um pezinho neste chão.

Por isso, nos últimos tempos as ofertas de empresas internacionais, em especial as do tipo franquias, para iniciarem operação no Brasil, se multiplicaram. Temos desde lojas de roupas e calçados, passado por imobiliárias, especializada em reformas de banheiros, alimentação e muito mais. Só listadas pela revista Pequenas Empresas Grandes Negócios , foram 26 empresas de todas as partes do mundo, mas com grande número de européias e americanas.

Sorveteria Infantil Maggie Moos - uma das franquias internacionais listadas

Sorveteria Infantil Maggie Moos - Uma das franquias listadas.

Mas antes de correr para a próxima banca para buscar esta lista, e se tornar o mais novo empreendedor de franquia internacional, saiba que o processo não é assim tão simples. Negociações para encontrar o parceiro ideal leva tempo, em média, são seis a nove meses para fechar o contrato e entre nove meses e um ano adicionais para a abertura da primeira franquia. E acredite, neste ponto as franquias não tem pressa, afinal 80% do sucesso da empresa é por conta de quem vai geri-la.

Se mesmo assim você sentiu motivado e interessado a dar este novo passo na sua vida profissional, vale observar alguns requisitos ditos por especialistas e óbvio dono de franquias:

  • Analise a viabilidade financeira e de mercado do negócio. Não adianta nada se endividar com uma empresa que não tem perfil com o mercado que você quer inseri-la.
  • Royalties e taxas de importação também devem ser minusciosamente analisados. Estes valores devem ser bom e justo tanto para  você como para o dono da franquia.
  • A franquia deverá estar preparada para se adaptar à realidade de um país diferente. Nem precisamos dizer que regras muito rigidas em culturas diferentes clama pelo insucesso.
  • A logística dessa operação internacional também deve ser levado em conta, eo custo x benefício desta operação também. Veja com a franquia as melhores soluções para este item.
  • Experiência no ramo além de ser muitas vezes um pré-requisito, facilita muito em todo o processo de negociação e também no andamento do negócio.

Vejam alguns exemplos de empresas  que estão de olho no Brasil:

Loja de roupas All Saints

Loja de roupas All Saints

Loja de material para escritório Office1

Loja de material para escritório Office1

Centro de Serviços Automotivos Precision Tune

Centro de Serviços Automotivos Precision Tune

Empreendedorismo, Prosa Profissional , , ,

Ser workaholic: uma paixão ou uma doença?

31, agosto, 2009

Resolvemos falar de um assunto que foi tema da última pesquisa Accenture: Workaholic.

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Esta pesquisa apresentou alguns dados bem interessantes, a saber:

  • Apesar de 8 em 10 profissionais quererem balancear vida profissional e pessoal, mais da metade deles trabalha nas férias;
  • Na Geração Y as coisas são um pouco melhores. Apenas 38% dos nascidos após 1979 trabalham nas férias (afinal a sua maioria são jovens e sem dependentes);
  • Em compensação, entre os Baby Boomers (nascidos antes 1964), a fatia é de 71%. Na Geração X ( dos nascidos entre 1965 e 1978), é de 49%.
  • 44% dos participantes afirmaram sacrificar o equilíbrio trabalho/vida pessoal com o objetivo de crescer na carreira

A pesquisa também apontou que homens e mulheres diferem na maneira que trabalham quando em férias, a ver:

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  • 94% dos homens que disseram trabalhar no período de folga afirmaram que lêem e respondem emails, contra 83% das mulheres
  • 77% dos homens afirmaram que são mais propensos para atender chamadas de telefone de seus supervisores ou colegas, contra 65% das mulheres

E você, em qual item da pesquisa você está inserido?Lembre-se que nada em exagero é bom ,ok?

Abraços e afagos.

Carreira, Prosa Profissional , , , , ,

Série Bons Cases 2.0: Tecnisa

31, agosto, 2009

Continuando a série Bons Cases 2.0, apresentamos hoje um case online bastante interessante, que para muitos foi inesperado pelo seu ramo de negócio: a construtora Tecnisa S.A.

Sim caro leitor, você não leu errado. O case online em questão não é de comércio, não é de conveniência, é de uma Construtora. Pode até soar estranho, mas verá que até ramos ditos tradicionais, como este, podem fazer a diferença em comunicação e atuação no mundo online.

Ela iniciou sua atuação em mídias digitais desde 2001, criando um plano estratégico exclusivo para isso, que baseia-se no seguinte conceito:

Nova logica do consumidor

Dessa forma, é disponibilizado (e criado) diversas formas – principalmente online – para que o seu consumidor encontre a empresa e que ela ofereça o que aquilo que ele está procurando, no momento em que esta procura ocorre. Ou ainda, criando uma nova necessidade para ele.

Em outras palavras:

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Afinal de contas: A Melhor Maneira de Encontrar o Consumidor, é Ser Encontrado Por Ele.

E para isso, não existe um único ou melhor caminho, o que existe é um enorme leque depossibilidade, onde todoas devem ser analisadas e utilizadas para proporcionar esta Encotrabilidade. Veja no exemplo abaixo, que não importa suas preferências pessoais, sociais, como você se comunica, se relaciona e onde você se localiza, a empresa consegue – estrategicamente – ir até você:

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Justamente por estratégias como estas que é possível diferenciar empresas que estão querendo virar online company – que entram na Internet, fazem ações online e quando acabou a campanha, acaba as interatividades – de empresas que resolveram entrar,ficar eautar de forma estrategica e concisa na Internet.

Ainda utilizando o case da Tenisa, a sua ação online de sucesso mais clássica: foi a venda pelo Twitter de um apartamento de R$500.000, 00.

E antes que pensem que foi apenas uma maciça divulgação no Twitter, apresento-lhes toda a estratégia por trás disso.

  • 20 de fevereiro de 2008 – é criado o perfil da empresa no Twitter
  • Em análise do público que segue este perfil, verificou-se 3 grupos: admiradores daestratégia online da empresa, pessoas que estão em busca de 1 imóvel e seus stakeholders (público que de alguma forma está envolvido com a empresa)
  • A idéia:

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  • O “twitt” desta promoção foi 12x repassado (RT)
  • 539 visitas à página da promoção em 15 dias
  • 27 emails e contatos de interessados
  • 3 negociações iniciadas e 1 Negócio Fechado

O BUZZ gerada pela ação:

  • 140 “retwitts” em 24 horas
  • + 100 seguidores em 5 horas
  • Além da midia espontânea intensa em sites, jornais, revistas e afins:

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A nossa intenção e singela opinião ao decidir colocar esta case da Tecnisa nesta série é mostrar que todo o tipo de empresa pode e deve ter uma ação consistente e diferenciada na Internet. Que a Interatividade vai além de um bom e bonito site, criação aleatórias de perfis em redes sociais (a moda agora é o Twitter), se não existe estratégias fundamentadas no Diálogo com o seu consumidor e na Encontrabilidade a ser oferecida à ele.

Caso queira saber mais sobre as estratégias digitais desta empresa, vejam aapresentação do seu responsável, Roberto Aloureiro, realizada no #smbr (Social Media Brasil 2009).

Abraços e afagos

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Um Empreendedor pode ser – também – um empregado?

4, agosto, 2009

Olá pessoal, tudo joia?

Começaremos o post da Prosa Profissional com uma indagação bastante interessante: Um Empreeendedor pode ser – também – um empregado? Antes de prosseguir com a leitura deste texto, pare e pense um pouco a respeito.

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Pensou?

Então, esta pergunta é uma das matérias da revista Pequenas Empresas Grandes Negoócios deste mês (que aconselhamos muito você correr até a próxima banca e lê-la), e antes que você responda rapidamente um sonoro Não, pense em exemplos como Luciano Huck, Marcelo Tas, ou ainda aquele empresário bem sucedido que você conhece que insiste – mesmo você não sabendo por que – em ser professor em faculdade.

O que eles têm em comum?

São empreendedores e empregados.

Bem, não precisamos dizer que o Luciano, o Tas e este empresário não têm necessidade nenhuma de terem a carteira assinada por qualquer empresa que seja, pois o retorno (em todos os sentidos) alcançado pelo esforço e liderança próprios, já seriam mais que suficientes para viverem apenas disso. Então o que leva pessoas como eles a terem esta dupla jornada, quando a maioria das pessoas pensam em focar apenas em um dos lados?

Engana-se quem acha esta situação rara, só nos Estados Unidos cerca de 47% dos empreendedores não possuem o negócio próprio como principal fonte de renda. Mas a questão financeira não é o ponto principal para levar uma pessoa a agir assim.

Fatores como segurança, satisfação pessoal (também chamada na língua dos empreendedores como paixão), possibilidade de planejar e atuar com maior prudência (e de forma minusciosa) nos projetos, bem como ampliar e manter atualizado o networking e, consequentemente as possibilidades de novos negócios, são levados em conta neste tipo de escolha.

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Afinal, a carteira assinada permite que você sempre conheça e mantenha contato com diversas pessoas – que muitas vezes podem ser também seus clientes/parceiros no seu negócio, e também permite que você planeje de foma mais detalhada e segura os passos do seu empreendimento, já que não se tem a urgência – que acontece em muitos casos – de abrir um negócio para sua sobrevivência.

Antes que pensem que tudo são flores, podemos imaginar que esta dupla jornada não é nada fácil. Não chegamos a conversar com nenhum dos exemplos dados aqui (Luciano Huck e Marcelo Tas), mas imagine o que é ajudar a coordenar e ancorar semanalmente um dos melhores programas de jornalismo-humoristico do país (CQC) , estar totalmente atenado ao que ocorre no mundo e no país para publicar diariamente em seu blog e em seu twitter – sabendo que sua opinião é amplamente difundida, lida, discutida e criticada por toda internet [alguém lembra aí do famigerado case "Telefônica no twitter do Tas"?], isso quando não tem palestras, visitas para fazer nos diversos cantos do país e também os vários convites para atuações e participações em ações teatrais – como os famosos stand-up comedy.

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Marcelo Tas é o rapaz mais seguido pelo twitter no país (90.637 seguidores contabilizados no dia de hoje), está na blogosfera desde 2003 – ou seja, muito antes desse boom do mundo online, proliferação de blogs e tudo mais (e o melhor,vivia disso). Por isso considerado por muitos um profissional polivante e empreendedor de sucesso na internet, e poderia muito bem, como fez por algum tempo, não estar na Tv com acontece atualmente. No caso dele, um dos fatores primordiais dessa dupla jornada chama-se paixão.

É também o que move um dos personagens da reportagem da revista, Márcio Siqueira de 36 anos que é sócio proprietário de um escritório de contabilidade e também é supervisor administrativo financeiro de um shopping da cidade de Ribeirão Preto – SP. O lado empresário de Siqueira, para se ter uma idéia, inicia-se diariamente às 5 da manhã e vai até às 9h – quando assume o lado empregado de supervisor – e logo após o horário comercial e também, quando necessário, nos fins de semanas e feriados – retoma-se o lado empresário, resolvendo pendências e planejando os próximos passos da empresa.

Como se pode perceber, é possivel sim ser empreendedor e empregado, porém não é fácil. Cabe ao profissional cuidar muito bem destes dois papéis de forma que as responsabilidades que cada um exige não desequilibre sua carreira por completo.

Pense nisso.

Abraços e afagos


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Ampliando a sua visão sustentável

3, agosto, 2009

Olá pessoal, tudo jóia?

Aproveitando que iniciamos a semana falando de sustentabilidade na comunicação, pesquisamos a respeito do assunto também na área de business e carreira. Exemplos de empresas que se voltam (ou que estão se voltando) para este assunto estão crescendo progressivamente, pois o que era anteriormente um diferencial, agora ela se tornou essencial.

E não estamos falando Apenas no quesito “verde”, ecológico da coisa… Sustentabilidade vai muito além disso.

Atualmente criou-se um tripé base para que uma empresa, pessoas e projetos possa se denominar sustentável, também chamado de triple bottom linepeople, planet and profit (pessoas, planeta e lucro – em português), ou para ser mais claro, como está a atuação da empresa/projeto/pessoa em termos sociais, ambientais e econômicos. E justamente por ser um assunto complexo e vasto, buscamos exemplos de empresas/projetos que possibilitam visualizar de maneiras diferentes este tripé.

O primeiro projeto que chamou muita a atenção respeito chama-se Coletivu – é uma rede social cujo objetivo é criar e organizar caronas. Simples assim.

Assim como em outros projetos e em outras empresas, o tripé se apresenta interrelacionados e interdependentes, pois através das pessoas, o Coletivu cria os grupos de interesse (trabalho, eventos, viagens) onde encontramos outras pessoas que fazem (ou irão fazer) o mesmo percurso que você e estão com o carro vazio.

Através dessa rede social de carona, temos aquela famosa equação em prol docoletivu planeta: menos carro nas ruas = menos uso de combustível = menos poluição = maior cuidado com o meio ambiente, e também o fato de ser algo puramente online que economiza toda aquela “mão de obra” de processos e materiais para organizar este objetivo. O lucro – que é algo fundamental para qualquer empresa/projeto Literalmente se sustentar – vem das parcerias com empresas e também com o custo que é cobrado para grupos acima de 50 pessoas. Apesar da idéia não estar muito difundida no Brasil, em outros países este sistema já funciona.

Atrelado a este tripé, temos um outro trio de desafios que segundo especialistas, se torna essencial para que a sustentabilidade se torne a diferença numa empresa. São eles:

- Engajar os stakeholders
- Transformar em valor agregado
- Buscar isso na cadeia produtiva em que você está inserido

Para entender estes desafios e seu uso na prática, apresento-lhes o case mais clássico: Banco Real.

Da mesma forma que ocorre no outro tripé, neste também temos os itens se co-relacionando, pois é através do engajamento dos stakeholders (que são todos os públicos envolvidos e afetados pela empresa) – que o Banco Real (por exemplo) pode solicitar e até exigir critérios sustentáveis nas suas parcerias e nas suas relações B2B (business – to – business) dentro da sua cadeia produtiva (vide imagem abaixo). E disso, o Banco é bem conhecido – se existe algum membro da cadeia produtiva que não pratica a sustentabilidade de forma criteriosa, tem grandes possibilidade de não ter o banco como cliente/parceiro.

Relação sustentavel Banco Real

O último desafio vem como consequência da atuação eficaz dos outros desafios, e comprova que esta co-relaçãoexiste e precisa estar naessência das empresas, como podemos ver na definição abaixo:

“Marca significa uma cultura e dinâmica de relações entre empresa/produto e a sua comunidade, que cria valor para todos os integrantes do ecossistema.”

Esperamos que este post tenha contribuído de alguma forma para seu conhecimento e que também, lhe proporcione atuações diferenciadas e sustentáveis no seu meio a partir de agora.

Beijos e afagos

[Fonte: ResultON, Slides e detalhes case Banco Real de Maria Camila Giannella - Thymus no ResultsON Day]

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