Olá Pessoal, tudo bem?
O ano de 2009 pode ser considerado como o ano do Twitter, ou ainda o ano brasileiro no Twitter, pois em poucos meses conseguimos ser um dos 5 países que mais utilizam esta ferramenta. Isso mostra que somos um país que adora novidades, mas principalmente adora interagir, conhecer pessoas, compartilhar assuntos, fotos, idéias (alguém lembrou da proliferação do Orkut por aqui?), o que é muito bom.

Porém, ao mesmo tempo, começaram a surgir também aquelas pessoas que, por viverem intesamente este mundo de redes sociais, que buscam ter muitos seguidores, ficam atrás das novidades, das notícias, “tendências”, e por que não especulações e fofocas, e se auto intitulam “Especialistas de Mídias Sociais” ou pior, “Analista de Mídias Sociais”.
Apesar de aparentemente não ter diferença entre estes termos, é bom lembrar que o profissional denominado “Analista de Mídias Sociais” que existem nas empresas, agências e afins é (ou deveria) ser alguém formado na área de Comunicação Social ou Marketing, e que por isso tem todo um embasamento para criar, movimentar e analisar e monitorar as mídias sociais de um job, de uma campanha ou de um cliente. Afinal é super necessário que se saiba exatamente sobre o produto que estamos divulgando nas redes, como por exemplo:
- Qual é a utilidade do produto?
- A quem ele se destina
- Em que contextos ele pretende atuar
- Como pretende-se divulgar este produto
- Que tipo de interação que será feita nas redes sociais
- Qual o conceito que ele quer passar aos clientes
- Qual a experiência que ele quer provocar nestes contextos digitai
Perguntas como estas não são respondidas facilmente, e são fundamentais para criar as estratégias e ações necessárias para uma atuação dentro das redes sociais ( ou em outro contexto mercadológico qualquer) consistente e diferenciada. É isso que um Analista de Mídias Sociais de fato procura fazer ao se deparar com um novo job, uma novo cliente, uma nova campanha.

O que temos encontrado muitas vezes nos trabalhos em redes sociais não é este tipo de profissional. São pessoas que, como descrevemos acima – fissurados em redes sociais – acreditam ter a capacidade e competência para atuar no mercado como Analista.
Não estamos dizendo que este tipo de pessoa não pode ser Analista. O fato de ser “Especialista” (viciado, fissurado são termos muito ruins ;P) já pode criar condições para que essas pessoas se tornem especialistas. Mas não é só isso.
O que estamos defendendo é que, para ser Analista, é preciso de uma bagagem e um conhecimento melhor e maior em comunicação social, para ter condições de oferecer ao seu cliente um projeto em mídia sociais mais amplo e que não apenas atinja as suas necessidades, mas que possa, inclusive superar as suas expectativas.
E isso as redes sociais não ensinam, é necessário correr atrás, fazer cursos, graduação para entender, compreender e aprender todo este processo e atuar de fato nele.
Abraços e afagos