Uma das dúvidas mais comuns quando falamos de empreendedorismo é:
Ser empreendedor é um talento que nasce com a pessoa ou é algo para ser construído?
Como não há resposta definida para tal pergunta, alguns pais resolveram ajudar seus filhos a se inspirar a tornar a sua vida empreeendedora. Um bom exemplo disso é o projeto Fat Brains Coffe, que através do exemplo de uma empresa com café e chás, ensina crianças os conceitos básicos de gestão e negócios focado especialmente para crianças.
São 7 aulas bem didáticas onde crianças a partir do pré-escolar aprendem sobre técnicas de vendas e marketing, contabilidade, operações diárias de negócios, relações públicas e como começar um negócio na área de café. Para quem duvida que pode dar certo, veja (em inglês), o depoimento de uma mãe e uma matéria que saiu na CBS News.
Uma idéia bem bacana que poderia muito bem ser implantada em um país tão empreendedor como o Brasil, concordam?
Nada como começar o “ano” – afinal tudo começa depois do carnaval - com boas reflexões para sua carreira. E um dos sites e publicações mais interessantes e bacanas para buscar reflexões, idéias, conhecer tendências, e muito mais relacionado com empreendedorismo, mundo digital e mercado é o Results ON.
Inclusive é de lá a análise do nosso texto do dia, apresentando alguns mitos dos novos empreendendores e seus negócios (by Thomaz Gomes). Atente-se e modifique desde já estes mitos.
No texto sobre os 5 mitos das stratups, Thomaz mostra que o novo sonho americano é baseado em histórias de sucesso como a de Bill Gates, Larry Ellison, Steve Jobs e também o jovem Mark Zuckeberg:
Matricule-se em uma faculdade,
Fique amigo de alguns colegas bastante inteligentes e
A maioria de nós conhece este tipo de trajetória “de sucesso”, porém não é demais relembrar que isto não é igual para todos. E através de algumas conversas com especialistas e empreendedores, percebeu-se que essas histórias de sucessos levam aos novos empresários alguns mitos na suas empreitadas no mercado:
Mito 1: Contrate pessoas inteligentes e deixe a magia acontecer
Verdade: Contrate estrelas e deixe a magia acontecer
A Inteligência é importante, mas apenas no que diz respeito aos resultados relacionados à performance e execução. Muito mais importante que isso é ter pessoas que queiram e sejam, de fato, parte de um time, nada de ter colaboradores com ares superiores e individualistas, ou ainda, aquilo que Reed Hastings chama de “malas brilhantes”.
Líderes verdadeiros não são dotados apenas de QI, mas inclusive e especialmente, inteligência emocional e social. Neste ponto Thomaz sugere ler os livros Primal Leadership e Resonant Leader, de Richard Boyatzi, “para entender como é importante pensar de modo mais profundo ou ser socialmente e emocionalmente mais esperto.”
Mito#2: Tudo depende de uma boa ideia
Verdade: Tudo depende do seu cliente
Quem não quer ter a idéia brilhante e ganhar fama e fortuna? A verdade é que mesmo as melhores idéias tem o seu tempo certo. E quem define este tempo certo? Nada mais nada menos que ele, o consumidor. Afinal, é “É muito mais fácil atender a uma necessidade existente do que convencer as pessoas que elas precisam do seu produto”. Neste texto, há uma sugestão de fazer um teste A/B de seus produtos para obter um feedback real de diferentes opções de formatos. A experimentação adaptativa, definida como uma “experimentação contínua para estabelecer as funcionalidades das respostas de mercado”, tem se mostrado (PDF) essencial no sucesso de um crescimento viral.
Mito#3: Conflitos são negativos
Verdade: Conflitos emocionais são ruins. Conflitos cognitivos são positivos
Pesquisas apontam que alguns conflitos são negativos e outros não. O cognitivo, ou conflito positivo, ajuda as empresas a eliminar opiniões de massa, além de abrir possibilidades estratégicas. Isso por que esses conflitos são caracterizados por debates saudáveis sobre “o que” fazer e “por que” fazer. Isso dá origem a diversas escolhas de estratégias e nos permite analisar o valor de cada uma delas. Eles também ajudam a pensar de forma mais clara e abrangente do que a concorrência.
O conflito negativo, ou emocional, geralmente consiste em uma discussão acalorada sobre “como” fazer algo e “quem” deve estar no comando. [Mantive o texto original]
Mito #4: Trabalho duro é tudo. Esqueça a sua vida pessoal
Verdade: Resultados são tudo. Você precisa de uma vida pessoal.
Essas é uma das maiores discussões entre os novos empreendedores: quem abre seu próprio negócio, tem vida pessoal? Pensa bem: “Quando as coisas ficam difíceis, as pessoas trabalham mais duro ainda. Quando as coisas vão bem, elas continuam trabalhando duro para manter o bom momento. Mas este ciclo de trabalho sempre falha no final das contas, na medida em que as pessoas se esgotam, ficam doentes ou simplesmente se demitem” Já sabe a resposta né!
Mito #5: É uma batalha sem fim até um dia certo, quando tudo passa a fazer sentido.
Verdade: É uma montanha-russa
Neste sonho americano (ou nem tão americano assim) há empreendedores que acreditam que o trabalho duro acontece mais no começo, até a empresa se estabilizar, conquistar um grande cliente ou ainda, lança um produto incrivel! Depois disso, a vida boa. Ma a realidade, é que a vida de uma empresa é igual uma montanha-russa, com altos e baixos constantes. É só pensar na Bolsa de Valores: um dia a empresa vale milhões, no outro, ela está no vermelho (ou seja, você não sabe como pagar as contas do semestre) e no dia seguinte, resurgir das cinzas (graças ao seu novo produto vai revolucionar toda uma indústria). O controle tem que ser eterno, constante e o piloto da montanha-russa tem que ter força de vontade e fibra pra aguentar todos os loops e descidas e subidas.
Bem, temos que afirmar que este texto surpreende pois consegue resumir em 5 as maiores dificuldades e medos de qualquer pessoas que resolve abrir um negócio, criar um produto, ou algo do tipo. Que este texto lhe ajude a entender este mundo que se chama ser empresário.
Como estamos numa semana atipica de carnaval, nós do Prosa Interativa resolvemos mudar um pouco o teor dos posts que costumamos fazer, para algo mais leve, divertido e diferente. Continuaremos com os posts como os referidos temas de carreira, comunicação, tecnologia, entretenimento e bem estar, mas vamos buscar outras frentes.
Para começar, já que estamos falando de carreira, que tal mostrar como ser famoso na web? Pode parecer bizarrice,mas tem gente que leva este negócio de ser famoso muitissimo a sério, quase como plano de vida. Não é a toa que temos 10 edições de BBB, As fazendas, Casa dos Artistas, No limite e por aí vai.
Mas com o advento da Internet essa possibilidade se expandiu para muito além das fronteiras territoriais…A moda dos últimos tempos é fazer um viralzinha, virar uma Stefhany (do Crossfox) e buscar o seu estrelado.
Pensando nisso, a revista digital (bacanissima, diga-se de passagem) PIXfez uma matéria recentemente com diquinhas de como alcançar esta luz, veja:
** Matéria publicada por Bia Granja na Pix de Stembro de 2009
Pra saber por que o vídeo do seu colega é mais legal que o seu, fizemos uma pesquisa informal (veja a pesquisa completa aqui) com os 200 maiores virais* brasileiros (de acordo com a lista do site Você Deveria Ter Visto + escolhas do pessoal aqui da redação) pra tentar entender se existe algo em comum entre eles. Veja o que descobrimos:
POR QUE FAZER UM VIRAL?
Antes de fazer seu viral, pense PORQUE quer fazê-lo. Sua motivação tem que ser verdadeira, pura, vir de lá de dentro do seu coração. Os maiores virais brasileiros afirmam que nunca fizeram o que fizeram pensando no sucesso, a maioria faz por diversão e muitos bombam sem querer. Guilherme Zaiden, cujo vídeo “Confissões de um Emo” já foi visto mais de 3 milhões de vezes conta sua motivação foi “a vontade de fazer alguma coisa nova e divertida”. O autor do Twitter fake do Vitor Fasano conta que fez o perfil como uma piada interna: “após uma viagem a trabalho pro RJ, quando paguei preços de Vitor-Fasano por coisas comuns (tipo um táxi do aeroporto pra Copacabana por 80 reais), resolvei fazer o Twitter pros amigos darem risada das histórias e todo mundo captou o espírito da fasanagem”. PORTANTO, DIVIRTA-SE!
O QUÊ?
Então você decidiu que vai tentar ficar famoso na web. Mas e aí, por onde começar? Você faz um vídeo, um Twitter, um áudio, o quê? Resposta: UM VÍDEO!!! De acordo com a nossa pesquisa, 84,3% de todos os virais que mais bombaram no Brasil são vídeos. Pensa: só o YouTube recebe 426 milhões de visitantes por mês; somem-se a isso todos os vídeos que a galera manda anexados em e-mails e mais um outro tanto que está espalhado por outros sites de distribuição de vídeos tipo oGoogle Vídeos e Vimeo, e… BAM! O resultado é explosivo, fazendo do vídeo o meio mais eficaz pra você espalhar seu talento.
SOBRE O QUÊ?
Tá, você já sabe que tem que fazer um vídeo, mas sobre o que, caramba? Pois é, péssimas notícias: no Brasil, quase metade (45,8%) de TODOS os virais bombásticos estão relacionados com a televisão ou seus personagens. São coisas tipo erros de gravação, videocassetadas durante as filmagens, personagens bizarros sendo entrevistados e afins. Portanto, a não ser que você trabalhe na TV – e daí suas opções são tomar choques, cair, perder itens ao vivo, rir quando não deve etc. –, ou você seja entrevistado fazendo algo muito bizarro (engolindo uma mosca, gaguejando, falando que vai matar mais de mil), suas chances de ficar famoso dependerão da sua própria criatividade.
E OS OUTROS 54,2%?
Sua tentativa de sair na TV falhou? RÁ! Não se desespere, vamos dar uma olhada nos assuntos e situações que mais aparecem naqueles virais que não são simplesmente tirados da TV:
Sim, humor É TUDO NESTA VIDA! Seu viral tem que divertir e fazer as pessoas rirem. Além disso, você pode deixá-las chocadas com bizarrices tipo aMenina Pastora, a Mulher Iogurte e o imbecil que perdeu o “toba” jogando truco, ou também deixá-las sem entender porra alguma do que acontece, com nonsenses no estilo das tirinhas do Cersibon (hein?) ou do cara falando “José Mirosmar de Camargo Luciano” sem parar.
ARRASE NO VIRAL!
Quer saber quais são as dicas quentes de Guilherme Zaiden, Caio Loki, Lídio “Fresco Boiola”, Marcelo Tas, Guilherme Cury, Rafael Ziggy e Victor Haro sobre o que você tem que fazer pra ter sucesso na internet brasileira? Clica aqui.
QUEM É O PROTAGONISTA?
E quem é que vai aparecer no seu vídeo? Homens adultos e feios, vocês também têm uma função nessa vida! HAHAHA!
QUE CORES EU USO?
É, nós fomos fundo na questão e resolvemos pesquisar quais são as cores mais usadas nos maiores virais brasileiros. Subimos uma imagem de todos esses virais no site Pictaculous, que mostrou a paleta de cores predominante em cada um deles. Depois, juntamos tudo em uma imagem só, e ressubimos esse arquivo no site, e então… TCHÃNS, eis que surge a nossa paleta definitiva de cores pra serem usadas em virais:
MINIDETALHES DO VÍDEO!
De acordo com a superpesquisa da DATAPIX, descobrimos que 68,3% dos virais foram filmados dentro de algum lugar; portanto, nada de se jogar na rua ou no parque, pode ficar em casa que tá jóia. Além disso, a maior parte dos vídeos foi filmada de dia (gente, pra que serve essa informação, né?). E, na hora de mandar seu viral pro YouTube, não esqueça de colocá-lo como “HUMOR” (mesmo que seja um drama absurdo) – 65% dos maiores virais estão listados nessa categoria. Ah, e aqui vai uma dica importante: não precisa se matar pra fazer um vídeo longo – 36,9% dos vídeos têm até 1:30 minuto de duração. Olha só:
O TÍTULO É IMPORTANTE?
Óbvio, sua mula! Pegamos os nomes de todos os virais da nossa lista e montamos uma nuvenzona com as palavras mais usadas. O lance é fazer combinação com aquelas que aparecem em maior tamanho, tipo: XUXA ENTREVISTA SOLANGE BÊBADA CANTANDO – ORIGINAL ou ACIDENTE NO ORKUT DA XUXA BÊBADA – COMPLETO e por aí vai.
RESUMINDO, PRA FICAR FAMOSO NA WEB VOCÊ PRECISA: Fazer um vídeo de humor com até 1:30 minuto, protagonizado por um homem que seja adulto e feio (quanto mais melhor), filmado de dia, dentro de algum lugar, de preferência tirando sarro de gente burra e brega (vergonha alheia é o que pega) e/ou com alguma situação bizarra e que não faz o menor sentido. Ah, e não se esqueça de usar as cores que apareceram na Paleta Definitiva dos Virais. E é isso! Sacou o que precisa ser feito? ENTÃO, MÃOS À OBRA!
MAS E A FAMA, TIA?
E, se depois disso tudo você conseguir produzir alguma coisa que preste e vire hit na web, fique sabendo que em 99,9% dos casos a fama wébica não vai render fortuna, mulheres ou 20 toalhas brancas – ela apenas te leva até o browser mais próximo. Sim, porque, mesmo que você vire uma super webcelebridade, apenas 0,1% delas aparece na TV, ou ganha um carro, ou um emprego na MTV. É triste, mas contente-se em fazer muito sucesso sendo encaminhado de e-mail pra e-mail e dando 67.832 entrevistas para blogs e pra PIX (sim, a gente vai te amar e te bombar). Algumas pessoas dizem que ser famoso na internet é como ficar rico no Banco Imobiliário – você fica com o bolso cheio de grana, mas a bolada só serve mesmo pra trocar por minicasinhas de plástico, e olhe lá!
Já falamos em posts anteriores como o programa “Fiz do Zero” que existia na extinta IdealTv foi um dos melhores programas de Empreendedorismo do país. São histórias de empresas que começaram do nada, na dificuldade que outros milhões de empreeendedores passam no Brasil para montar e fazer sua empresa fazer acontecer.
O exemplo de hoje é da empresa Mandic, que através do seu slogan define muito o que é a empresa “A internet em pessoa”. Seu fundador, Aleksandar Mandic foi um dos pioneiros no segmento de provedor de acesso a web, isso em meados da decada de 90, onde muitos de nós nem sabiamos o que viria a ser essa tal de Internet. Além dos vídeos abaixo, aconselhamos também a ler o histórico da empresa no site, onde o próprio Aleksandar escreve todos os desafios que ele passou e passa como empreeendedor.
Estamos no ínicio do ano e como sempre, temos várias dúvidas que rondam a nossa cabeça para tentar fazer um 2010 diferente. Entre elas, temos também as dúvidas que são referntes a sonhos, idealizações, mudanças, como é o caso de trabalhar fora do país.
Há algum tempo, este era um dos grandes diferenciais dos executivos, diretores, mas agora com a ampliação de possibilidades e oportunidades, isso ficou muito mais fácil para todo o tipo de profissional e dos mais diversos cargos, como podemos ver nesta matéria do Jornal da Globo de 2008:
Assim, fica a dúvida: Será que ainda vale a pena buscar emprego fora do país?
Segundo Sofia Estevez, presidente do grupo DMRH se esta oportunidade for atrelada com uma estratégia profissional, onde a pessoa sabe exatamente quais os objetivos que pretende alcançar com esta mudança, vale sim a pena.Obviamente que existem outros fatores que contribui em geral para a carreira, como a vivência de uma nova cultura de país e de empresa, a melhora na fluência de idiomas, porém, se o profisisonal vai apenas para constar em seu currículo esta experiência, mas não sabe ao certo porque ela foi (e será) importante para o plano de carreira, ela pode se tornar uma experiência fracassada.
Trabalho no exterior: grandes oportunidades no mundo
Por isso, é essencial traçar um plano especifico para esta mudança e relacioná-lo ao seu plano de carreira.Dessa forma, você saberá exatamente que passos dar para, por exemplo, quando voltar ao Brasil conseguir tornar realidade aquele sonho do próprio negócio ou ainda de trabalhar naquela empresa que você tanto admira e que será tão importante para a sua vida profissional.
Vale ressaltar que dependendo do tempo de permanência no exterior, é muito provável que seja necessário rever seus planos, afinal uma idéia que era válida na época em que se saiu pode não ser mais uma opção viável atualmente. Por isso é muito importante não tomar nenhuma decisão por impulso, na emoção, tenha foco em relação ao seu objetivo. É ele que vai dizer quando e qual melhor momento de dar este grande passo.
Muito tem se falado no valor das marcas, principalmente a sua relevante influência dentro de uma corporação e para os seus consumidores. Se pensarmos em marcas como Google, Apple, por exemplo, sempre vamos lembrar de tecnologia, inovação, ousadia, qualidade, referência e por aí vai.
Mas já pararam para pensar na influência que essas mesmas marcas podem ter para os (potenciais) colaboradores/profissionais? Afinal, pessoas fissuradas em tecnologia, que fazem cursos, graduação na área, obviamente já se imaginaram trabalhando no Google e na Apple, mesmo sem ter a noção de como deve ser o clima organizacional de lá. E por que isso acontece?
Simples, pelo poder de atração que elas provocam. Muitos gurus de marketing defendem que a marca tem que ser vista como uma pessoa, que possui características físicas, personalidade, ideais, gostos, modo de agir, etc. Afinal seus consumidores buscam adquirir produtos e serviços de marcas que estejam a par do que eles defendem ou ainda, do que eles querem chegar.
E o mesmo acontece com os profissionais. As pessoas ligadas no meio ambiente, vão buscar trabalhar em empresas sustentáveis, ou que possuem um foco voltado para tal. Pessoas que gostam de luxo, status, podem querer trabalhar em centros de compras e empresas como Daslu, Louis Vitton e assim vai.
Por isso, cabe aos profissionais de RH e gestores de empresa prestarem atenção de como a sua marca é vista, se há interesse de pessoas em trabalhar na sua empresa, pois dependendo, a chance de ter aquele superprofissional que além de competente sabe tudo do seu mercado, pode ser bem limitada.
Quando estamos construindo uma carreira,sempre aparecem desafios e oportunidades que muitas vezes não planejamos. Pode ser uma possibilidade de promoção, mudança de área dentro da empresa, ou ainda propostas diversas do mercado, mostrando a quantas anda a nossa “empregabilidade”.
E mesmo quando estamos “realizados” dentro do nosso emprego atual, surge aquela curiosidade sobre maiores detalhes desses desafios, o que é natural.
Mas vem a pergunta: Como obter mais informações e, eventualmente, participar de um processo seletivo sem colocar em risco o emprego atual?
Tanto em processos seletivos normais como em recrutamentos internos, a questão principal para responder esta pergunta é o grau de privacidade desses processos. Afinal quando nos cadastramos em processos online enquanto o nome do contratante pode se apresentar como confidencial, o teu curriculo e enviado por completo para os responsáveis da seleção, podendo cair em mãos de alguém conhecido, ou ainda de alguém dentro da própria empresa (caso a empresa procure confidencialmente por novos profissionais). Já nos casos internos, se não tivermos uma relação de cumplicidade com os superiores, seu interesse por outra vaga pode parecer insatisfação no cargo atual, criando um mal estar desnecessário na empresa.
Uma das soluções criadas para este tipo de problema é utilizar do mesmo processo que se utiliza em hunting, quando se procura executivos a partir da média gerência até presidentes (CEO). neste caso o sigilo é absoluto, afinal o foco está nos melhores profissionais (que muitas vezes já estão empregados).
O que é preciso é disseminar estes novo tipo de processo, pois assim une a agilidade dos processos onlines com a qualidade e privacidade existentes nos huntings, proporcionando ganhos tanto para o profissional como para a empresa.
Como o último post de Carreira, ou melhor a nossa última Prosa Profissional em 2009, resolvemos propor uma reflexão sobre um profissional que tem estado em ascensão atualmente e que ganha importância e relevância siginificativa e gadativa ao longo dos tempos: O profissional de comunicação digital.
E para nos ajudar nesta reflexão, apresetamos um texto da jornalista Beatriz Lins para o site Webinsider:
“O PAPEL DO NOVO PROFISSIONAL DE COMUNICAÇÃO DIGITAL
Quando uma empresa pensa na estratégia online como uma questão fundamental de comunicação, criar um site ou um portal é apenas uma parte do negócio.
Instituições são conservadoras. Muitas vezes são lentas para perceber a necessidade de alguns tipos de mudança. Quando o assunto é comunicação e relacionamento com o cliente, normalmente esse tipo de organização opta pelos modelos mais tradicionais.
Mas com a evolução proporcionada pela web 2.0, muita coisa está diferente nos departamentos de comunicação social das empresas, que aos poucos têm se adaptado para atender às necessidades de interatividade e velocidade do mercado.
Se antes o grande foco da comunicação organizacional estava voltado para o tripé jornalismo (normalmente assessoria de imprensa), relações públicas (especialmente promoção de eventos) e publicidade, hoje as fronteiras estão menos claras.
Os profissionais de comunicação se deparam com um desafio bem maior: oferecer uma comunicação integrada nas diversas mídias. E a internet tem papel fundamental nessa mudança de paradigma. Justamente por ser o canal em que a comunicação mais evoluiu nos últimos cinco anos.
Pouco tempo atrás, para estar presente na web, bastava ter uma página eletrônica com informações institucionais para apresentar quem você é e o seu negócio. E, a função de preparar essa página eletrônica, normalmente ficava a cargo da equipe de tecnologia da informação, especializada em sistemas, servidores e ferramentas, e não a comunicação propriamente dita, ou no conteúdo informativo. Com o passar do tempo, esse olhar cedeu espaço a uma preocupação mais ampla, que, sem excluir a tecnologia, tem foco na estratégia de comunicação integrada em mídias digitais.
A estratégia que hoje gera valor para as empresas e negócios de toda natureza inclui não só a criação de um site ou sua hospedagem na internet. É necessário também planejar e avaliar constantemente sua visitação, mantendo conteúdos atualizados e canais em que o público possa interagir, personalizar a informação oferecida de acordo com os interesses do público, e até mesmo, permitir que a audiência participe da construção do conteúdo.
Essa estratégia prevê o acompanhamento da imagem da instituição em blogs e redes sociais e pelo posicionamento da própria entidade nesses canais, aproximando-se cada vez mais dos seus públicos-alvo.
Outro desafio dessa nova visão é encarar o internauta não mais como mero receptor das informações, como se fosse um ser passivo, esperando ser atingido por mensagens. É alguém que toma a iniciativa no processo da comunicação, emitindo um questionamento.
Se a instituição ou empresa está preparada para apresentar respostas, cria-se um processo permanente de comunicação de duas mãos. A imagem da instituição como fonte confiável de informações fica fortalecida.
É uma transformação também na estrutura de comunicação das organizações. Antes a comunicação de uma instituição com seus clientes precisava ser mediada pelos formadores de opinião ou pelos veículos de comunicação ? modelo no qual a assessoria de imprensa, com a produção de press releases e de avisos de pauta, era o meio mais eficiente de transmitir uma mensagem para o público. Hoje as empresas com credibilidade conquistaram a oportunidade única de falar diretamente com seu cliente.
Pelos canais eletrônicos, sejam sites, hotsites, blogs, newsletters e presença em redes sociais, é possível comunicar, atingir seu público e ouvir o que o internauta tem a dizer, eficientemente, com baixo custo e confiabilidade. E o que é melhor: com essa possibilidade, surge também uma chance única da instituição virar uma fonte de informação respeitada, e que fala diretamente com seus públicos, de forma não mediada, e, sem intermediário.
A internet permite, portanto, uma revolução para as empresas. Mas para garantir esse nível de relacionamento em canais eletrônicos, é preciso investir em profissionais capacitados, pessoas que entendem de gestão de comunicação eletrônica e de produção de conteúdo digital.
Isso não se restringe a produzir sites ou hotsites bonitos, ou produzir banners eletrônicos que são a mera extensão de estratégias offline. A estratégia online precisa ser feita por profissionais alinhados com o discurso da entidade, mas que conheçam também as novas possibilidades específicas do meio digital.
Quando uma empresa pensa na estratégia online como uma questão fundamental de comunicação, criar um site ou um portal é apenas uma parte do negócio. O canal em si deixa de ser o mais importante. O principal disso tudo passa a ser a comunicação bilateral com o público, a avaliação de resultados e a realimentação de conteúdos e serviços, em um processo de interação permanente.
O papel do novo profissional de comunicação digital, nas instituições, é dar esse empurrãozinho. Ele aproxima o negócio ao público, e faz com que a mensagem flua sem obstáculos e de forma rápida entre emissor e receptor.”
O mês de dezembro é famoso por ser o mês dos balanços de todo um ano e de planos melhores e maiores (sejam eles pessoais, profissionais, espirituais, amorosos e afins) para 2010.
Pensando nisso, a equipe do Bota Pra Fazer (ONG Endeavor), juntamente com a revista Exame PME, produziram uma série de pequenos vídeos de pessoas que vão Botar pra Fazer em 2010.
Aproveitando a idéia, queremos que VOCÊ nobre leitor do Prosa Interativa, nos diga (via comentários, nas nossas redes sociais ou envio de vídeos curtos) : O que VOCÊ vai Botar pra Fazer em 2010?
Para ajudar, segue alguns vídeos para inspirações,ok?
Já era previsto que, com uma economia estabilizada, suportando bravamente a crise financeira mundial, com um presidente que é popular e bem visto mundo a fora, e com os principais jogos esportivos da próxima decada sendo sediados no Brasil, nosso país seria também alvo de investidores e empreendedores internacionais que querem estar com um pezinho neste chão.
Por isso, nos últimos tempos as ofertas de empresas internacionais, em especial as do tipo franquias, para iniciarem operação no Brasil, se multiplicaram. Temos desde lojas de roupas e calçados, passado por imobiliárias, especializada em reformas de banheiros, alimentação e muito mais. Só listadas pela revista Pequenas Empresas Grandes Negócios , foram 26 empresas de todas as partes do mundo, mas com grande número de européias e americanas.
Sorveteria Infantil Maggie Moos - Uma das franquias listadas.
Mas antes de correr para a próxima banca para buscar esta lista, e se tornar o mais novo empreendedor de franquia internacional, saiba que o processo não é assim tão simples. Negociações para encontrar o parceiro ideal leva tempo, em média, são seis a nove meses para fechar o contrato e entre nove meses e um ano adicionais para a abertura da primeira franquia. E acredite, neste ponto as franquias não tem pressa, afinal 80% do sucesso da empresa é por conta de quem vai geri-la.
Se mesmo assim você sentiu motivado e interessado a dar este novo passo na sua vida profissional, vale observar alguns requisitos ditos por especialistas e óbvio dono de franquias:
Analise a viabilidade financeira e de mercado do negócio. Não adianta nada se endividar com uma empresa que não tem perfil com o mercado que você quer inseri-la.
Royalties e taxas de importação também devem ser minusciosamente analisados. Estes valores devem ser bom e justo tanto para você como para o dono da franquia.
A franquia deverá estar preparada para se adaptar à realidade de um país diferente. Nem precisamos dizer que regras muito rigidas em culturas diferentes clama pelo insucesso.
A logística dessa operação internacional também deve ser levado em conta, eo custo x benefício desta operação também. Veja com a franquia as melhores soluções para este item.
Experiência no ramo além de ser muitas vezes um pré-requisito, facilita muito em todo o processo de negociação e também no andamento do negócio.
Vejam alguns exemplos de empresas que estão de olho no Brasil: