[caption id="attachment_1511" align="aligncenter" width="464" caption="Exemplo de conteúdo de Tv online"][/caption] Notícia maravilhosa para produtores e distribuídores de conteúdo que buscam soluções para este novo contexto transmidiático da comunicação! Pesquisa realizada no Reino Unido pela KPMG Media mostrou siginficativo aumento nas intenções das pessoas em pagar por serviços de streaming online ou outros tipos de conteúdo como filmes online, por exemplo. 30% dos entrevistados afirmaram estar dispostos a pagar pelo conteúdo de tv online, enquanto 64% afirmaram ter disposição para investir em filmes onlines. Os grandes broadcasters podem ficar, aparentemente, tranquilos, pois a grande maioria possuem conhecimento relevante sobre eles, porém preferem utilizar players ...
Há um bom tempo temos percebido em meio as notícias e eventos de comunicação pelo mundo a fora, que o termo Transmídia Storytelling - Narrativa Transmídia em português - vem se tornado uma constante por aí. Tendo este contexto, a Prosa Interativa Mídia e Entretenimento (vocês ainda vão ouvir falar muito desta empresa), em conjunto com o grupo de estudos #EraTransmídia e a PS Eventos, criou e organizou o 1º Fórum Transmídia - a nova onda da comunicação. Realizado no último dia 10 de dezembro na própria ESPM, o evento contou com 30 palestrantes e debatedores do mais alto nível, ...
Quando falamos de Conteúdo para Marcas/ Branded Content/Comunicação por Conteúdo (acredite, tem nomeclatura para todos os gostos) , muitas das palavras acima aparecem imediatamente nas reuniões, briefings e planejamentos das agências e empresas especializadas. E quando se pesquisa sobre o tema, várias teorias aparecem, inúmeros cases, porém não se vê muitos ensinamentos práticos, diretrizes que permitam mostrar como é construído um projeto assim. Ainda bem que muitas associações do setor, por incrível que possa aparecer, estão atualizada com estas necessidades e criam comitês para discutir e apresentar algumas soluções e caminhos para tal. Um bom exemplo é a ABA que com ...
O Prosa in Events desta semana apresentará um painel que aconteceu no último MIP 2011 sobre um dos maiores desafios da indústria de comunicação e entretenimento: Engajar pessoas em múltiplas plataformas. Hoje, obter a informação é algo fácil principalmente com esta multiplicidade de plataformas de mídia e com a audiência a utilizando intensamente e ao mesmo tempo. Por isso, a questão de "1 milhão de dólares" para os envolvidos nesta indústria da comunicação é: Como obter a atenção e ter esta audiência engajada no seu conteúdo? Para explicar e mostrar como os aplicativos tem sido uma boa ferramenta para esta pergunta capciosa, foi reunido ...
Na quinta-feira passada iniciamos uma série de vídeos e materiais do que tem se falado de Transmídia, Multiplataformas, Conteúdo, Audiência (e tudo isso junto e misturado) nos principais eventos de comunicação e entretenimento no Brasil e principalmente no mundo. Hoje apresentamos o painel sobre a Excelência Criativa necessária para fazer projetos de Transmídia Storytelling, com a presença de Nuno Bernardo - Diretor Geral da beActive Entertainment, Matt Costello - Presidente e Diretor Criativo da Polar Productions, Tracey Robertson - CEO da Hoodlum, Christopher Sandberg - CEO da The Company P, Tom Thirlwall - CEO da Bigballs Films e com moderação de Jesse Cleverly - Diretor Executivo da ...
Os últimos eventos internacionais de comunicação tem falado sobre este novo contexto de comunicar, engajar e promover a participação e atuação entre conteúdo - audiência - plataformas, seja focando em Transmídia, Branding, Comunicação, Mercados, entre outros assuntos. Por acreditar neste novo contexto e como um dos objetivos deste blog é compartilhar conhecimento, decidimos criar o Prosa in Events - uma série semanal com os melhores vídeos, materiais, artigos sobre o que aconteceu nestes eventos e o que tem se discutido em vários cantos do mundo. Aproveitando a semana das crianças, vamos iniciar esta série como um painel realizando no MIPJUNIOR 2011 - evento voltado ...
[caption id="attachment_1390" align="aligncenter" width="550" caption="Steve Jobs 1955 - 2011 (desenho de Jonathan Mak)"][/caption]
Esta acontecendo está semana em NY, o MIXX 2011 - evento da IAB Internacional para discutir sobre Comunicação Digital. E neste novo contexto de comunicação em que a audiência passa a ser também produtores de conteúdo ávidos em comunicar, compartilhar, criar, opinar a respeito de programas e marcas, atrelado a multiplicidade das plataformas, nada mais justo de ser a temática do evento. Com o título: Construindo narrativas em uma Era Digital, vários executivos, empresários e responsáveis por pilares desta nova comunicação discutiram em como utilizar com eficiência o tripé Conteúdo - Plataformas - Audiência, inserindo e transformando suas marcas e campanhas ...
Há um tempinho que estavámos nos organizando para falar sobre este tema, em especial depois do evento muito bacana que aconteceu recentemente em São Paulo e que o Prosa Interativa estava lá: a 1ª Conferência Internacional de Crowdsourcing . Ao invés de explicarmos longamente o que é Crowdsourcing, como se aplica nas emrpesas e projetos, preferimos apresentar o vídeo que a organizadora do evento e diretora geral da Mutopo Brasil, a querida Marina Miranda faz tudo isso e ainda mostra um panorama atual e de tendências deste novo conceito colaborativo de produção de conteúdo, idéias, projetos:
Que a multiplicidade de canais de comunicação e informações geram audiências fragmentadas já não é novidade para ninguém. E que os formatos tradicionais de anúncios, merchandising e coisas como "isto foi um oferecimento de..." estão progressivamente se tornando menos relevantes e eficazes por isso, também não é nenhuma novidade. Então qual é a novidade agora quando se falar em atrair e envolver um conteúdo de uma marca com seu público? O foco agora é a criatividade, a personalização, é produzir e criar a sua própria mídia de acordo com os interesses, comportamentos e perfis desta audiência, onde ela não é interrompida por ...
Notícia maravilhosa para produtores e distribuídores de conteúdo que buscam soluções para este novo contexto transmidiático da comunicação!
Pesquisa realizada no Reino Unido pela KPMG Media mostrou siginficativo aumento nas intenções das pessoas em pagar por serviços de streaming online ou outros tipos de conteúdo como filmes online, por exemplo. 30% dos entrevistados afirmaram estar dispostos a pagar pelo conteúdo de tv online, enquanto 64% afirmaram ter disposição para investir em filmes onlines.
Os grandes broadcasters podem ficar, aparentemente, tranquilos, pois a grande maioria possuem conhecimento relevante sobre eles, porém preferem utilizar players de conteúdo mais novos e inovadores, mesmo quando a busca é por conteúdos destes grandes broadcasters.
As barreiras verificadas neste contexto britânico são os custos, que poderão ser ajustados a médio prazo, visto que praticamente todo Reino Unido, ao final de 2012, terão a sua tv digital, com cerca de 20 a 30 canais. Mais ofertas de conteúdo, mais opções de entretenimento, informação, mais acirrada ficará a invisível luta pela atenção do consumidor/audiência.
Muitos desafios e oportunidades surgindo por aí. É só aguardar e acompanhar. Mais uma vez, o conteúdo mostra porque ele é o Rei agora.
Para ver maiores detalhes da pesquisa, clique aqui
Há um bom tempo temos percebido em meio as notícias e eventos de comunicação pelo mundo a fora, que o termo Transmídia Storytelling – Narrativa Transmídia em português – vem se tornado uma constante por aí. Tendo este contexto, a Prosa Interativa Mídia e Entretenimento (vocês ainda vão ouvir falar muito desta empresa), em conjunto com o grupo de estudos #EraTransmídia e a PS Eventos, criou e organizou o 1º Fórum Transmídia – a nova onda da comunicação.
Realizado no último dia 10 de dezembro na própria ESPM, o evento contou com 30 palestrantes e debatedores do mais alto nível, com experiências nacionais e internacionais. Em um único dia, estes especialistas – divididos suas apresentações entre palestras, debates, vídeo-conferências e show-cases – ofereceram um intensivo de conhecimento com teoria, práticas, tendências, desafios,aprendizados e troca de experiências.
Conhecemos e discutimos cases internacionais e nacionais focados em diferentes públicos, como por exemplo “Por que Heloísa?” feito pela Conteúdo Diversos e os conhecidos Batman – The Dark Knight e Lost. Diferenciais como a proximidade entre audiência e produtores e como criar a continuidade das histórias de acordo com o interesse, engajamento ativo da audiência , também foi amplamente debatido no evento.
As vídeos-conferências ficaram a cargo dos profissionais internacionais, onde tivemos a honra de ter grandes nomes como Nuno Bernardo, Robert Pattern, John Heinsen e um dos maiores nomes da área, Jeff Gomez que proporcionaram verdadeiras aulas para o público do evento. Suas análises mostraram que muito além de simplesmente aproximar audiência e produtores, é preciso adequar ao seus estilos de vida, comportamentos, acompanhar suas mudanças e transformar seus conteúdos em incríveis experiências sociais. Nuno Bernardo inclusive apresenta as motivações que devem ser levadas em conta para proporcionar estas experiências:
Esta preocupação apresenta a Transmídia como uma nova forma de comunicação para as empresas, os anunciantes, os veículos alterando o foco em seus valores e nas histórias que suas marcas pretendem passar para o seu público. Uma nova forma que precisa de estratégias, que possibilitem esta continuidade de engajamento pelo público, proporcionado pelos conteúdos multiplataformas e os dispositivos call-to-action oferecido a esta audiência para promover este engajamento. Dimas Dion e David Schurmann foram alguns dos palestrantes que reforçaram isso, afirmando que ações criadas ao acaso se perdem e os objetivos de engajamento e experiências sociais relevantes são dificilmente alcançados.
Criamos dentro do evento os show-cases que foram pequenos momentos de apresentação de análises e cases próprios para o público presente. Vimos desde como criar conteúdo interativo para Smart Tv, ampliando as opções de histórias criadas, análises de formatos dos cases mundialmente conhecidos, até a experiência do grupo #EraTransmídia no case “A Partida”, mostrando que não é preciso grandes produções para se criar um projeto transmídia. E finalizando o intensivo, tivemos os debates que foram os momentos de discutir as atualidades, tendências, desafios do mercado brasileiro em inserir Transmídia nos seus segmentos e como eles veem este novo formato.
O que percebemos é que os profissionais brasileiros estão sim atentos á estas mudanças e que pretendem incorporá-las em suas empresas, projetos na medida em que houver demanda para desafios como estes e até o ponto que isso não afete o DNA de seus negócios nem dos seus clientes.
Foi um grande desafio reunir tantos profissionais em tão pouco tempo de evento, porém percebemos tanto no evento quanto nas pesquisas de satisfação que os esforços não foram em vão e que todo este movimento de proporcionar e compartilhar conhecimento sobre Narrativas Transmídia está apenas começando. Por isso aguardem, que teremos novidades por aí.
Fotos do evento by Renato Lazzarini.
Quando falamos de Conteúdo para Marcas/ Branded Content/Comunicação por Conteúdo (acredite, tem nomeclatura para todos os gostos) , muitas das palavras acima aparecem imediatamente nas reuniões, briefings e planejamentos das agências e empresas especializadas. E quando se pesquisa sobre o tema, várias teorias aparecem, inúmeros cases, porém não se vê muitos ensinamentos práticos, diretrizes que permitam mostrar como é construído um projeto assim.
Ainda bem que muitas associações do setor, por incrível que possa aparecer, estão atualizada com estas necessidades e criam comitês para discutir e apresentar algumas soluções e caminhos para tal. Um bom exemplo é a ABA que com o seu Comitê de Conteúdo de Marca tem feito um trabalho bem bacana disso, como este artigo do publicitário e especialista Marcelo Duoek, da Lukso Story & Strategy, com 8 dicas de como fazer Conteúdo de Marca com qualidade:
“1. Relevância define as regras do jogo
Um dos motivos para os projetos de comunicação por conteúdo ganharem força nos últimos tempos é que eles funcionam com parâmetros diferentes da propaganda tradicional. O conceito de push advertising (a marca interrompe o consumidor para divulgar um produto ou serviço) dá lugar ao pull advertising (a marca oferece algo para que o consumidor busque pelo ¨conteúdo patrocinado¨). Assim, a disciplina nasce como uma alternativa para um relacionamento mais concreto entre marca e consumidor sob o pressuposto da troca (e não da imposição) de conteúdo pela atenção das pessoas. Oferecer algo em que o consumidor esteja disposto a investir tempo requer criatividade, entendimento das aspirações do target e inteligência para saber o momento e local ideal para disponibilizar esse conteúdo. Relevância e adequação, mais do que nunca, passam a ser fatores de sucesso e diferenciação em um ambiente inundado de mensagens irrelevantes.
2. Marca: o herói por trás da obra
Outro aspecto importante dos projetos de comunicação por conteúdo é a maneira como a marca se apresenta: o conteúdo é sempre a atração principal. A marca deve se comportar como um provedor da obra, assumindo o papel de apresentador ou curador do conteúdo. E aqui, mais uma vez, o mindset muda: a ansiedade em expor a marca por mais tempo e no maior tamanho possível é substituída por um modelo integrado onde a marca aparece dentro de um contexto coerente, respeitando um consumidor interessado em conteúdos relevantes, mas que admira as marcas que buscam ? por meio da troca ? uma relação mais consistente e transparente com seu target.
3. Conteúdos e marcas precisam de aderência
É fundamental que as empresas entendam quais tipos de conteúdo elas são capazes de entregar. Um bom projeto de conteúdo pressupõe que a obra tenha conexão com os valores ou personalidade da marca. Desenvolver um projeto apenas porque o conteúdo é bacana (mas não tem aderência à sua marca) é uma tremenda armadilha do ponto de vista da efetividade. Nesse contexto, marcas que não têm valores, personalidade e posicionamento definidos correm o risco de investir em projetos sem aderência que levarão a resultados insignificantes. Quantas vezes você viu um bom projeto, mas não se lembra da marca? Provavelmente o conteúdo não era conectado aos valores, e ao tentar ¨forçar a barra¨ na associação, o que ficou na sua cabeça foi o conteúdo, e não a marca.
4. Os projetos independem do meio
Sempre que nos deparamos com alguma plataforma de comunicação, temos o vício (herança da comunicação tradicional que nos ensinou a separar as campanhas em caixinhas) de tentar classificar o projeto em algum meio. Os projetos de comunicação por conteúdo independem do meio porque nascem de alguém que percebeu que uma obra seria interessante para o target de uma marca. Se essa obra é produzida em vídeo, evento, blog ou tweets, pouco importa. O conceito de comunicação por conteúdo não está ligado ao meio, mas à criação do conteúdo em si. Isto não significa que os projetos funcionem apenas em um meio de cada vez. Eles podem ser multimeios (e até transmidiáticos), desde que os conteúdos respeitem as características de onde são oferecidos.
5. O meio interfere na mensagem
Diferente das campanhas convencionais, em um projeto de conteúdo a mensagem se confunde com o meio. Você pretende criar um seriado de TV ou um website? São dois projetos diferentes em que a escolha pelo meio interfere diretamente no tipo de mensagem que você irá produzir. Para que um projeto funcione, as decisões sobre conteúdo e meio devem caminhar juntas. Fazer um programa de TV e depois adaptá-lo para internet com certeza terá um efeito menor do que se a peça fosse produzida diretamente para internet. Entender essas nuances e dominar as linguagens de cada meio é fundamental para o sucesso de qualquer projeto de comunicação por conteúdo.
6. Projetos que deixam legados
Um bom projeto de comunicação por conteúdo, seja ele uma boa história, uma forma de entretenimento, serviço ou informação, tende a ser distribuído, dividido e consumido por muito mais tempo do que uma campanha publicitária convencional. Agora, quando esse conteúdo é realmente relevante, ele se eleva a um patamar de comoção e reflexão que transcende a barreira do tempo e se transforma em um legado que a marca deixa para a sociedade.
7. Maratona x 100 m rasos
Projetos de comunicação por conteúdo são complexos por natureza. Sua cadeia produtiva envolve um time de talentos de diferentes disciplinas e um modelo de concepção bastante distinto da propaganda tradicional. A metáfora da maratona (comunicação por conteúdo) versus a prova de 100 m rasos (propaganda tradicional) traduz as diferenças em termos de prazo e complexidade dos trabalhos. Projetos de conteúdo geralmente envolvem mais de um parceiro (além do cliente), em que as lógicas da cocriatividade e colaboração (sempre orquestradas pelo cliente) devem prevalecer para que o processo resulte em um bom trabalho. A compreensão dessas lógicas, associada aos longos prazos que envolvem esse tipo de projeto, talvez ainda seja a maior barreira para que vejamos mais cases de importância internacional acontecendo no Brasil.
8. Custo de distribuição, sim senhor
Ao contrário do que muita gente imagina, os projetos de comunicação por conteúdo têm custos de distribuição que não devem ser ignorados. Fazer um projeto ter alcance e ressonância no target desejado requer estratégias de distribuição tão complexas quanto os tradicionais planos de mídia. Tanto esse planejamento quanto a execução do plano precisa de gente especialista no assunto, com alto conhecimento em novas tecnologias e expertise de execução em diversos formatos, talento que não se encontra facilmente e, portanto, mais do que reconhecido, precisa ser remunerado.
Fonte: Artigo retirado do site da ABA escrito em 07 de abril de 2011 por Marcelo Duoek
O Prosa in Events desta semana apresentará um painel que aconteceu no último MIP 2011 sobre um dos maiores desafios da indústria de comunicação e entretenimento: Engajar pessoas em múltiplas plataformas. Hoje, obter a informação é algo fácil principalmente com esta multiplicidade de plataformas de mídia e com a audiência a utilizando intensamente e ao mesmo tempo.
Por isso, a questão de “1 milhão de dólares” para os envolvidos nesta indústria da comunicação é: Como obter a atenção e ter esta audiência engajada no seu conteúdo?
Para explicar e mostrar como os aplicativos tem sido uma boa ferramenta para esta pergunta capciosa, foi reunido os especialistas: David Jullien – Director e Business Development da Endemol Worldwide Brands, Jeroen Elfferich – CEO da Ex Machina, Tom McDonnell – Diretor Comercial da Monterosa, Daniel Saunders – Diretor da Serviços de Conteúdo da Samsung Electronics Europe e Patrice Slupowski - VP de Inovações e comunidades digitais da Orange e moderado por Richard Kastelein – CEO da Agora Media Innovation and Publisher da Appmarket.tv
Na quinta-feira passada iniciamos uma série de vídeos e materiais do que tem se falado de Transmídia, Multiplataformas, Conteúdo, Audiência (e tudo isso junto e misturado) nos principais eventos de comunicação e entretenimento no Brasil e principalmente no mundo.
Hoje apresentamos o painel sobre a Excelência Criativa necessária para fazer projetos de Transmídia Storytelling, com a presença de Nuno Bernardo – Diretor Geral da beActive Entertainment, Matt Costello – Presidente e Diretor Criativo da Polar Productions,
Tracey Robertson – CEO da Hoodlum, Christopher Sandberg – CEO da The Company P, Tom Thirlwall – CEO da Bigballs Films e com moderação de Jesse Cleverly – Diretor Executivo da Connective Media TV.
Quais as novas necessidades dos novos produtores transmídia quando falamos de criatividade? É o que veremos aqui:
Os últimos eventos internacionais de comunicação tem falado sobre este novo contexto de comunicar, engajar e promover a participação e atuação entre conteúdo – audiência – plataformas, seja focando em Transmídia, Branding, Comunicação, Mercados, entre outros assuntos. Por acreditar neste novo contexto e como um dos objetivos deste blog é compartilhar conhecimento, decidimos criar o Prosa in Events – uma série semanal com os melhores vídeos, materiais, artigos sobre o que aconteceu nestes eventos e o que tem se discutido em vários cantos do mundo.
Aproveitando a semana das crianças, vamos iniciar esta série como um painel realizando no MIPJUNIOR 2011 – evento voltado para falar de comunicação para o público infantil e infanto-juvenil. Este painel criou um laboratório a la Focus Group com crianças americanas para mostrar o que elas pensam, querem, analisam ao ver uma comunicação e o que levam a desejar os produtos. [Vídeo em inglês mas bastante didático e ilustrativo]
out 11
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Esta acontecendo está semana em NY, o MIXX 2011 – evento da IAB Internacional para discutir sobre Comunicação Digital. E neste novo contexto de comunicação em que a audiência passa a ser também produtores de conteúdo ávidos em comunicar, compartilhar, criar, opinar a respeito de programas e marcas, atrelado a multiplicidade das plataformas, nada mais justo de ser a temática do evento.
Com o título: Construindo narrativas em uma Era Digital, vários executivos, empresários e responsáveis por pilares desta nova comunicação discutiram em como utilizar com eficiência o tripé Conteúdo – Plataformas – Audiência, inserindo e transformando suas marcas e campanhas em histórias construídas de forma colaborativa. Percebeu-se que os recursos, tecnologia, são secundários se não tiver uma boa história para contar e mais, se não tiver um Storybuilding – ter uma boa história que permita ser construída em várias mãos.
Uma das empresas que melhor atua neste contexto atende pelo nome de The Coca-cola Company. Segundo seu VP global de estratégias de comunicação, Jonathan Mildenhall explicou que sua verba de marketing é dividida em três partes: 70% em formatos tradicionais, 20% em inovação e 10% em “experimentos”. São deles que as campanhas inovadoras e atraentes da marca atingem milhões de pessoas todos os dias, deixando-os criar em cima das campanhas, mas sempre linkadas com aquilo que a Coca-cola quer se apresentar no momento.
Para explicar esta estratégia, foi apresentado o vídeo sobre a visão da companhia para os próximos 10 anos. Não é preciso dizer que vê-lo é obrigatório, certo?!:
Há um tempinho que estavámos nos organizando para falar sobre este tema, em especial depois do evento muito bacana que aconteceu recentemente em São Paulo e que o Prosa Interativa estava lá: a 1ª Conferência Internacional de Crowdsourcing .
Ao invés de explicarmos longamente o que é Crowdsourcing, como se aplica nas emrpesas e projetos, preferimos apresentar o vídeo que a organizadora do evento e diretora geral da Mutopo Brasil, a querida Marina Miranda faz tudo isso e ainda mostra um panorama atual e de tendências deste novo conceito colaborativo de produção de conteúdo, idéias, projetos:
Que a multiplicidade de canais de comunicação e informações geram audiências fragmentadas já não é novidade para ninguém. E que os formatos tradicionais de anúncios, merchandising e coisas como “isto foi um oferecimento de…” estão progressivamente se tornando menos relevantes e eficazes por isso, também não é nenhuma novidade.
Então qual é a novidade agora quando se falar em atrair e envolver um conteúdo de uma marca com seu público?
O foco agora é a criatividade, a personalização, é produzir e criar a sua própria mídia de acordo com os interesses, comportamentos e perfis desta audiência, onde ela não é interrompida por mensagens jabás, mas é envolvida por contextos e conteúdos produzidos especialmente para estas pessoas. Desta forma, o público consumidor, ao perceber esta personalização, gasta mais tempo com aquilo que foi de forma cuidadosa, complexa e bem mais atraente, se envolve mais e compartilha estas experiências com outras pessoas para que elas conheçam este novo contexto.
É justamente isto – através de casos atuais – que Miles Young, CEO da Ogilvy & Matter mundial explica nesta palestra realizada este ano no MIPTV 2011 - evento internacional do setor de produção, conteúdo e marcas realizado em Abril. O vídeo é em inglês, mas bem fácil de compreender e aprender um pouco mais. IMPERDÍVEL: